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Médico autônomo: 5 Motivos para abrir sua empresa hoje!

Se você é profissional da saúde e já pensou sobre o assunto, mas ainda não está convencido(a) da ideia de abrir a sua empresa, confira agora alguns pontos determinantes a considerar nesta decisão.

 

Se você é profissional da saúde e já pensou sobre o assunto, mas ainda não está convencido sobre ideia de abrir a sua empresa, confira agora alguns pontos determinantes a considerar nesta decisão:

1- Mais oportunidades

Cerca de 80% dos profissionais da saúde atuam como Pessoa Jurídica. Não somente pelos bons motivos que serão listados a seguir, mas principalmente pelas oportunidades de trabalho. Isso porque a maioria absoluta das clínicas e hospitais optam por contratar por prestação de serviços, de forma que o médico precisa ter seu próprio CNPJ e emitir Notas Fiscais pela prestação dos serviços. Desta forma, o local se isenta das despesas e obrigações trabalhistas. Mas a vantagem também se estende ao profissional.

2 – Diminuição nos impostos

A vantagem financeira é evidente. Os impostos que um profissional formalizado deve pagar são consideravelmente menores em relação ao percentual de Imposto de Renda de um profissional que atua como Pessoa Física.

3- Foco no trabalho

Para abrir a sua empresa, você vai precisar do auxílio de um escritório de contabilidade. Dessa forma, poderá delegar funções contábeis que seriam muito difíceis de serem cumpridas por conta própria, diante de uma rotina intensa de consultas, plantões e estudos constantes. Se optar por um escritório contábil especializado, as vantagens só aumentam, pois uma empresa focada na sua área de atuação tem condições de oferecer serviços personalizados e oportunidades mais assertivas.

4- Sua carreira é o seu negócio

Mais do que ser médico, ser um médico empreendedor é uma tarefa desafiadora, sim, mas que também tem muito a oferecer. Pensar na sua carreira como o seu negócio, e não somente como seu sustento, pode te levar muito mais longe como profissional do que você imaginou quando escolheu a profissão.

5- Pensando no futuro

Aqui, estamos falando da realidade de um(a) médico(a) autônomo, que se divide entre consultas e plantões em mais de um local. Se você tem ambições maiores, como abrir a sua própria clínica ou consultório, por exemplo, a vivência com a rotina e os termos contábeis que passam a fazer parte do seu dia a dia enquanto empreendedor individual, serão o primeiro passo para entender os mecanismos de uma empresa maior. Além disso, o seu escritório já terá um histórico para lhe apontar o melhor jeito e momento de investir nisso.

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REFIS – Simples Nacional 2018 – Atenção Para as Regras e Prazo Final para Adesão

ATENÇÃO, micro e pequenos empreendedores: essa pode ser a sua última chance para acertar as dívidas públicas no Simples Nacional e sair do sufoco.

Aproximadamente 600 mil empresas cadastradas no Simples serão beneficiadas pelo Programa. Se você quer e precisa ser uma delas, continue lendo esse artigo e conheça melhor o assunto.

 

Entenda o histórico do Refis 2018

Resumindo: em dezembro de 2017, o Refis foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Em janeiro de 2018, foi vetado por Temer. Mas na última terça (03.04), três meses depois, a Câmara derrubou o veto do presidente, inclusive, com o próprio apoio dele.

Mas se apóia agora, porque vetou antes, ora bolas?

A justificativa de Temer para vetar o Refis foi de que o Programa seriainconstitucional, por violar a Lei de Responsabilidade Fiscal, já que não havia sido apresentado nenhum estudo do impacto que esse programa causaria nas contas públicas (a renúncia fiscal para as micro e pequenas empresas seria R$ 7,8 bilhões em dez anos, sem a previsão de compensação).

Lembremos que a Lei de Responsabilidade Fiscal foi a mesma justificativa utilizada para o pedido impeachment contra Dilma.

A mudança de opinião de Temer de deveu a uma análise mais apurada do governo,a partir de uma intensa mobilização feita pelo Sebrae para a derrubada do veto. Segundo reconheceu Temer, “Nós sabemos que as micro e pequenas empresas são geradoras de empregos, que é o que precisamos agora”.

 

Benefícios para as PMEs que aderirem ao Refis

Com a adesão ao Refis 2018, pequenas e médias empresas poderão parcelar os impostos do Simples que estão vencidos até novembro de 2017, tendo desconto nos juros e na multa pelo atraso, além de ganharem um prazo maior para pagarem essa dívida: até 15 anos.

Para fazerem parte do Programa, as empresas devem dar uma entrada de 5% do total da dívida que têm com a Receita Federal, sem descontos. Essa quantia poderá ser dividida em até 5 vezes.

Conforme o plano de parcelamento que o contribuinte escolher, o restante poderá ser parcelado com descontos de até 90% dos juros e de 100% dos encargos legais, que são aqueles cobrados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN)
As opções de parcelamento são as seguintes:
se o empresário pagar o restante da dívida em parcela única, a redução será de 90% dos juros de mora e de 70% das multas.

se o pagamento for feito em até 145 meses, a diminuição do débito será de 80% dos juros de mora e de 50% das multas.

se o pagamento ocorrer em até 175 meses, a redução será de 50% dos juros de mora e de 25% das multas.
Sobre cada parcela, incidirá a taxa Selic, acrescida de mais 1%.

 

Regras importantes para a adesão ao Refis 2018


Antes de fazer a adesão ao Refis 2018, o empreendedor deve se atentar para as seguintes regras:

somente poderão ser contemplados nesse programa de parcelamento os débitos vencidos até novembro de 2017;

o valor de cada prestação mensal não pode ser inferior a R$ 300, exceto para os Microempreendedores Individuais (MEI).
ao aderir ao Refis 2018, os micro e pequenos empresários estão, automaticamente, desistindo de eventuais parcelamentos feitos anteriormente;

os pequenos e médios empresários têm até três meses a partir da promulgação da Lei, para aderirem ao Refis 2018. Ou seja, o prazo se encerra no dia 9 de julho de 2018.
Após isso, haverá um prazo de 60 a 90 dias para que a Lei seja regulamentada.

Dessa forma, a primeira das 5 parcelas referentes aos 5% da dívida integral só deve começar a ser paga pelas empresas em agosto. Já a última dessas parcelas deve ser paga somente em janeiro do ano que vem.

E como ficam os MEIs?

Os MEIs inadimplentes também poderão se beneficiar do Refis 2018, com as mesmas condições de pagamento.A diferença está para o valor mínimo das parcelas, que ainda será estabelecido pelo Conselho Gestor do Simples Nacional (CGSN).
Se você está inadimplente e não quer sair do Simples Nacional, analise a possibilidade de fazer a adesão ao Refis 2018.
e você têm dúvida se aderir ao Refis 2018 é um bom negócio e se será capaz de honrar o pagamento das parcelas, entre em contato com um contador da sua confiança.

A Santos Contabilidade está à disposição para te ajudar.

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Dentistas Autônomos X Clínicas Odontológicas Pessoa Jurídica, qual melhor opção?

 

Atualmente com a gigante variedade de ofertas no mercado empreendedor, não é difícil encontrar profissionais liberais e autônomos cada dia mais procurando estruturar seu negócio. No entanto, alta carga tributária no país gera medo e insegurança a todos os profissionais que anseiam em abrir um negócio próprio.

Esse é o caso dos dentistas recém-formados que desejam abrir um consultório odontológico próprio para atendimento aos seus clientes. Ao pensarem em empreender logo se questionam: Trabalhar de modo Autônomo ou como Pessoa Jurídica? Em qual tipo de regime tributário terei maiores benefícios?
Nesse post te instruiremos como escolher o melhor regime.

A importância do planejamento tributário para os dentistas

 

Após obterem seu diploma para atuar na profissão, o Dentista deve buscar uma forma de gerenciar seu negócio.
No entanto, surgem algumas dúvidas na hora de começar o novo empreendimento, principalmente em relação a carga tributária incidente sobre a prestação de serviços.

 

Uma errada decisão no momento de escolha para os dentistas também pode ser motivo de prejuízos, já que podereão ser vítimas de maior incidência de impostos.

Sabendo disso, o profissional de odontologia deve procurar o melhor meio de tributação para seu consultório dentário, utilizando o indispensável apoio de uma assessoria contábil com profissionais especializados em contabilidade para clínicas odontológicas.

 

Tributação para dentistas autônomos

 

Muitos dentistas após terem seus diplomas em mãos para atuarem na profissão, buscam meios de gerir o próprio negócio. Porém, a maior dúvida na hora de empreender está exatamente na carga tributária incidente sobre a prestação de seus serviços e como e quanto serão as suas contribuições mensais junto ao Fisco.

Isso porque apenas uma decisão errada neste momento tão importante para o empreendedor, pode trazer prejuízos em pouco tempo e até mesmo inviabilizar o seu negócio.

Com isso, é muito importante para o profissional saber distinguir qual o melhor meio de tributação para o seu negócio, através do indispensável apoio de uma assessoria contábil, especializada em contabilidade para dentista, que vai auxiliá-lo a realizar um bom Planejamento Tributário para o seu consultório odontológico.

O profissional autônomo

Para o dentista que atua como profissional autônomo ter uma maior lucratividade, é preciso manter-se sempre regularizado junto à Receita Federal, andando sempre em dia com as obrigações fiscais, usando a tabela de Imposto de Renda Pessoa Física.

Através do auxílio contábil, o dentista precisa manter um livro caixa sempre atualizado, onde todas as despesas que são dedutíveis serão registrados e o lucro tributável também será diminuído.

 

Abrindo um consultório odontológico

Ao optar por abrir um consultório odontológico, o profissional deve escolher entre os regimes tributários existentes disponíveis para este tipo de atividade.

No Brasil, atualmente são 3 os regimes tributários existentes: O Lucro Real, o Lucro Presumido e o Simples Nacional.

  • Lucro Real – neste tipo de regime, a empresa deve antecipar os tributos de modo mensal, ou ainda trimestral. Esse tipo de regime é um dos mais custosos para as empresas, se tornando inviável para organizações de pequeno e médio porte. Neste regime, todos os valores de faturamento são minuciosamente apurados e tributados.
  • Lucro Presumido – Muitos dentistas têm suas clínicas odontológicas enquadradas no Lucro Presumido. O percentual de tributação para estas empresas é de 13,33% sobre seu faturamento, já inclusos os impostos federais e municipais. Estes é o percentual de base para o Distrito Federal, porém, tais percentuais podem sofrer variações de acordo com o município sede onde a clínica atua. Além disso, as clínicas odontológicas que possuem funcionários, estão sujeitas a contribuição do INSS Patronal sobre o valor bruto da folha de pagamento. O percentual desta contribuição é de 27,8%.
  • Simples Nacional – A LC 147/14 permitiu a inclusão de diversas empresas prestadoras de serviços no Simples Nacional, dentre elas as clínicas médicas e odontológicas. Porém, o percentual a ser recolhido pelos consultórios odontológicos neste regime de tributação é maior do que os valores recolhidos se a clínica fosse optante pelo Lucro Presumido, pois esta atividade está enquadrada na LC 123/06 em sua tabela VI .

Isso quer dizer que, os percentuais de recolhimento sobre o faturamento para quem está sujeito a esta tabela são:

16,93% – faturamento médio de R$ 180.000,00 anuais (média de R$15.000,00/Mês)

22,45 % – faturamento médio de R$ 3.420.000,01 até R$ 3.600.000.00 anuais (média de R$ 300.000,00/Mês)

O que deve ser levado em consideração, principalmente por consultórios que tem funcionários, é que o recolhimento do INSS Patronal está Incluso nos percentuais do Simples Nacional referidos acima. Isso quer dizer que a empresa economiza os 27,8% que teria que pagar sobre o valor bruto da Folha ao INSS.

Procure  um profissional contábil especializado

Mesmo aparentemente sendo vantajoso optar por algum tipo específico de tributação, de acordo com o seu negócio, projeção de crescimento, sociedade, faturamento, enfim, é muito importante colocar todas as particularidades do seu empreendimento no papel e procurar um profissional contábil para ser o seu maior aliado nessa empreitada.

Isso porque pode haver nuances no seu empreendimento que torne mais vantajoso a escolha por determinado tipo de regime tributário do que o outro, aparentemente melhor à primeira vista.

Contar sempre com um profissional especializado em contabilidade para dentistas, com certeza trará maior segurança para o seu negócio e menores riscos para a sua empresa.

Não descuide do seu empreendimento odontológico antes mesmo de iniciar os negócios, planejar é essencial para a estruturação do mesmo.

Nós da Santos Contabilidade estamos dispostos a instruir você Profissional Dentista com nossa experiência

Agora que você entende melhor sobre este assunto, entre em contato com um dos nossos especialistas!

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Planejamento Tributário para Construção Civil – Como fazer?

Você sabe o que é um planejamento tributário? Se trata de saber escolher o regime tributário certo para o seu negócio, visando a redução de impostos. Aqui você aprenderá a fazer um planejamento tributário para construção civil, e ainda conferir os benefícios que essa escolha te proporciona.

Engana-se quem acha que um planejamento tributário se trata somente de escolher o regime certo.Por isso, descubra agora tudo o que engloba um bom planejamento tributário.

Planejamento Tributário para Construção Civil

Existem três tipos de regime tributário:

Simples Nacional;
Lucro Presumido;
Lucro Real.
A principal diferença entre esses regimes é o limite de faturamento, um critério importantíssimo para que você escolha um dos três. Você tem uma empresa de construção civil? Um depósito? Um escritório? É preciso estar atento ao seu faturamento, para assim escolher o regime certo.

Cuide dos planos do negócio

Você sabia que a escolha de um regime tributário nem sempre é definitiva? Sim, isso é verdade.

É justamente por isso que você deve estar sempre a par dos planos do seu negócio, porque, se houver uma mudança na forma como você atua, será preciso escolher outro regime também, e então essa transição será mais fácil de ser feita.

Conte com serviço profissional

A melhor coisa que você pode fazer para ter um perfeito planejamento tributário para construção civil é contar com um serviço profissional.

Isso porque você, como gestor de uma empresa, possui um dia a dia bem atarefado, e provavelmente não entende de números de registros de faturamento e afins.Isso significa que não é o momento mais propício de você querer aprender a lidar com isso.

Nesse caso, o melhor que pode fazer é contar com um serviço profissional em contabilidade. Pessoas capacitadas têm muito menos chances de cometer erros contábeis, e além disso, elas dispõem de conhecimentos que podem facilitar muito a sua vida como empreendedor. Confira um pouco mais sobre isso no tópico a seguir.

Reduza os impostos

Esse é um dos benefícios que você tem quando pode contar com um serviço profissional em contabilidade. Você sabia que muitos dos impostos que sua empresa paga não são obrigatórios? Se não sabia, você não é o primeiro e nem o último.

No entanto, nunca é tarde demais para averiguar isso e descobrir meios de economizar. Quem pode te ajudar com isso é um profissional em contabilidade, que sabe justamente como fazer uma análise de impostos e ver quais deles a sua empresa de construção civil não tem obrigação de pagar.

Você precisa desse profissional também porque ele sabe como justificar o não pagamento desses impostos à Receita. O mercado está cheio de empresas fechando as portas por conta do pagamento excessivo de tributos, então, não deixe que isso aconteça com você e seu negócio.

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MÉDICO AUTÔNOMO: CONTRIBUIR OU NÃO PARA O INSS?

Hoje é muito comum Profissionais da área médica trabalharem em diversos locais diferentes, como hospitais, clínicas, consultórios e até como professores em universidades. Os médicos também atuam atendendo por meio dos planos de saúde, além de prestarem serviços diretamente aos pacientes.

Devido à essa rotina atribulada que reúne longas jornadas envolvendo locais diferentes, muitos médicos acabam se confundindo e cometendo erros com relação à contribuição para o INSS.

Uma das principais dúvidas de um Profissional da área médica é se vale a pena contribuir para a Previdência. Para entender mais sobre como funciona o Regime Geral da Previdência Social e se vale ou não à pena contribuir para o INSS sendo um médico autônomo, acompanhe.

Como funciona a Previdência para Profissionais da área médica que exercem várias funções?

A grande maioria dos Profissionais da área médica não exercem apenas atividades como Autônomo. Segundo a legislação,” todos os Profissionais que exercem simultaneamente uma atividade remunerada sujeira ao regime da previdência são, obrigatoriamente, filiados a cada uma delas.

No entanto, os médicos que realizam atividades concomitantes devem sofrer a punição de retenção da contribuição previdenciária sobre todas as atividades remuneradas.

Por este motivo é importante observar o limite máximo da base de cálculo da sua contribuição, ou seja, aquele chamado “Teto da previdência, visto que a aposentadoria não vai superar esse valor.
Para isso, é necessário considerar a somatória total de sua renda e subtrair seus descontos da contribuição previdenciária que são feitos de forma obrigatória. Caso os valores de contribuição, que já são obrigatoriamente descontados, atinjam seus valores tetos, não há alguma necessidade de contribuir em razão dos demais vínculos que ele possua na qualidade de médico.

Atividades Simultâneas

O problema ocorre, quando há várias fontes pagadoras, pois como elas não se comunicam, os recolhimentos acabam ultrapassando o limite do teto de contribuição e assim fatalmente o segurado acaba pagando mais do que o necessário.

quando existirem recolhimentos previdenciários simultâneos em mais de uma fonte pagadora que, somados, ultrapassem o limite do teto previdenciário, se deve escolher para qual vínculo deseja continuar recolhendo e informar todos os demais para que estes interrompam imediatamente tais descontos, sendo possível pleitear a restituição de todos os valores pagos a maior nos últimos 05 (cinco) anos.

Médicos autônomos

Caso o Profissional da área médica realize atividades apenas como médico autônomo, ele deve recolher suas contribuições como contribuinte individual.

Isso significa que ele precisará se inscrever junto ao Programa de Integração Social (PIS), escolher o tipo de contribuição, preencher a Guia da Previdência Social (GPS) e pagar os respectivos valores.

Vale destacar que, quem quer se aposentar como médico autônomo pelo teto precisa contribuir com 11% do valor máximo para o INSS, ou seja, cerca de R$ 608,00. Além disso, é necessário que o segurado contribua com esse valor por mais de 80% da sua vida ativa. É justamente por esse motivo que, muitos médicos que contam com altos salários ao longo da sua carreira, acabam não se aposentando pelo teto como autônomos, já que, durante a vida profissional, as contribuições acabam variando bastante.

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5 Erros contábeis Graves que Sua Empresa Não Deve Cometer

Manter a contabilidade de sua empresa em dia deve estar sempre em suas prioridades. As consequências de algum deslize nessa área são altas: multas por órgãos públicos, processos judiciais, gestão desorganizada, entre outros. Não vale a pena pôr em risco o negócio que você construiu com tanto esforço.

Pensando nisso, separamos 5 erros de contabilidade que você e seu contador precisam evitar. Acompanhe nosso artigo!

1. Lançar valores errados

Na hora de lançar compras, vendas e outros fatos contábeis em sua empresa, a pressão de cumprir os prazos e gerar uma informação pontual para sua gestão pode ser fatal. Sendo assim, um número pode passar despercebido ou ser lançado equivocadamente. Dessa forma, a conta não vai fechar e muito tempo será perdido tentando descobrir onde ocorreram os erros de contabilidade.

Além da dedicação e atenção a serem empenhadas pelo contador, o empresário pode ajudar bastante, enviando a documentação de maneira organizada e clara, a fim de evitar futuras distorções nos dados.

2. Escolher um regime tributário oneroso

Abrir o próprio negócio demanda uma série de escolhas e análises, e uma das mais importantes diz respeito ao regime de tributação em que a empresa será enquadrada. Afinal, é ele que define a obrigatoriedade de algumas declarações — e, principalmente, o pagamento de impostos.

De fato, a carga de obrigações aos negócios brasileiros é pesada, impactando grandes organizações e, ainda mais, as pequenas. Nesse sentido, o regime tributário para abrir empresa não deve lhe impor tributos e burocracia desnecessários, por exemplo.

Portanto, é preciso conhecer melhor os possíveis enquadramentos e saber qual é o mais adequado ao seu caso. Continue a leitura deste post e saiba mais sobre o assunto!

3. Atrasar as obrigações fiscais

Sabemos que uma empresa não vive apenas de seu lucro. Na verdade, qualquer empreendedor precisa lidar com uma série de custos, sendo que, entre eles, existem vários impostos.

Porém, se o estabelecimento não tem recursos disponíveis para quitar seus impostos e pagamentos, o empresário poderá se ver obrigado a ranquear quais serão os tributos mais importantes, e pagá-los de acordo com a disponibilidade de dinheiro.

Nesse contexto, saiba que atrasar o pagamento de suas obrigações tributárias não é a situação ideal.

4. Deixar de constituir uma reserva financeira

Imprevistos acontecem: ação judicial de um cliente ou associado, uma multa por fiscalização de um órgão público, um equipamento quebrado que precisa ser trocado, etc. Para manter sua empresa sempre com um caixa saudável, é interessante estar preparado e constituir uma reserva financeira especialmente para lidar com situações inesperadas.

Pague-se primeiro. No primeiro dia de cada mês, separe um valor para sua reserva financeira. Se está impossível fazer isso no momento, planeje-se para o futuro com a ajuda de seu contador, utilizando um fluxo de caixa projetado

5. Ignorar as demonstrações contábeis

Demonstrações contábeis (também conhecidas como demonstrações financeiras) são um conjunto de técnicas que oferecem um panorama geral da situação financeira de uma empresa em determinado período de análise.

Assim, com ela, a situação financeira pode ser conferida a partir da análise de elementos da contabilidade, tais como o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício e a Demonstração dos Fluxos de Caixa, entre outros.

Esses elementos representam uma importante ferramenta no auxílio à tomada de decisões por parte dos empreendedores, independentemente da atividade que exercem ou o tamanho de seu empreendimento.

Quer ter acesso a uma administração sem erros de contabilidade, com dados seguros e efetivos? Entre em contato conosco agora mesmo!

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E-social 2018: Sua empresa já se preparou?

 

Se você não sabe o que é o E-social e menos ainda porque ele vai acontecer em 2018, você está atrasado.

O E-social é a transmissão de dados de forma eletrônica para uma determinada administração de informações que devem manter esses dados protegidos.

Essa transmissão tem a finalidade de facilitar o fornecimento de informações, como por exemplo notas fiscais ou questões trabalhistas e previdenciárias para o Governo Federal

Esse esquema de transmissão elimina formulários e declarações que precisam ser preenchidos e entregues de forma manual.

Mas, por que a sua empresa irá precisar entrar no E-social 2018?

 

Iniciar o E-social na empresa

Para iniciar o E-social na sua empresa é preciso fazer um registro dos funcionários no site da Dataprev e corrigir todas as informações solicitadas pelo site.

Depois, basta integrar todos os setores, de forma que a coleta integral possa ser feita automática, sem a intervenção manual.

Para que esse sistema possa ser incorporado é preciso que a empresa tenha o setor Jurídico, RH, Contabilidade, Fiscal, Departamento Pessoal e Financeiro.

 

Funcionamento do E-social 2018

Para facilitar ainda mais os trabalhos das empresas, o Governo decidiu dividir o processo através de grupos e fases.

Para isso, a divisão acontece de acordo com o faturamento da empresa e tipos de dados que serão transmitidos.

 

– Grupo 1:

O primeiro grupo se refere aquelas empresas que tiveram um faturamento maior que R$ 78 milhões no ano de 2016.

 

– Grupo 2:

Aqui entra todas as empresas que tiveram um faturamento menor que R$ 78 milhões. Sendo que a transmissão de dados é obrigatório até julho de 2018.

 

– Grupo 3:

Qualquer Órgão Público entra no terceiro grupo e a transmissão de dados pode acontecer até janeiro de 2019.

Para saber os dados que serão enviados é preciso ficar de olho nas fases desse processo.

 

– Fase A:

A primeira fase serve para o envio de todos os tipos de dados cadastrais, como horários, cargos, funções dos trabalhadores e nome da empresa.

 

– Fase B:

Para a segunda fase os dados serão aqueles referidos a eventos que não são recorrentes.

Então o envio será focado em avisos prévios, comunidade de acidentes relacionados ao trabalho (CAT) e rescisões.

 

– Fase C:

Na última fase do E-social 2018 serão transmitidos dados recorrentes na empresa.

Por isso, será preciso enviar todas as informações sobre a folha de pagamento.

Além disso, o prazo máximo para o envio dessa informação é sempre referente ao dia 7 do mês seguinte do recebimento.

O E-social já está funcionando de acordo com as atualizações da legislação e, por isso, os prazos não serão suspensos ou transferidos devido a última Reforma Trabalhista.  

O E-social surgiu como um projeto para agilizar todo esse processo de enviar informações e armazenar documentos fiscais e trabalhistas, sendo mais um instrumento usado no recolhimento de dados.

Infelizmente quase 50% das empresas ainda não aderiram ao serviço de transmissão de dados.

E o dado mais assustado é que, dentre as empresas que já fazem parte do E-social, em torno de 4% consegue operar o serviço.

Fica difícil de imaginar qual serão os resultados em julho de 2018, quando será obrigatório que a ferramenta do E-social esteja funcionando em todas as empresas.

 

O desafio E-social

As empresas que ainda não estão preparadas para aderir a esse serviço, precisam correr contra o tempo (curto) para conseguir atingir essa implementação.

O maior desafio se refere ao treinamento de funcionários que entendam e consigam desenvolver essa nova forma de organizar e formular os processos das empresas.

Esse treinamento envolve, não apenas conhecer e se adaptar à nova tecnologia, mas deixar de lado um modus operante que acontece há muitos anos.

 

O mais indicado é claro, é contratar um grupo que atua com a área de contábil para lhe ajudar, assim será ainda mais prático.

Conclusão

Os canais de comunicação é a busca pela informação são as chaves para preparar a sua empresa para esse novo sistema.

Com o tempo ficando mais curto, é preciso ficar de olho para não perder os prazos e para conseguir se adaptar a mais recente mudança.

Antes de inscrever a sua empresa, saiba se ela está preparada para suportar todas as implementações necessárias.

Por isso, tenha certeza que sua empresa tem a capacidade tecnológica e de gestão para conseguir padronizar e transmitir todas essas informações.

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Planejamento tributário – Porque sua empresa precisa tanto?

Se você é dono de uma empresa, você já deve ter pensado nas possibilidades de fazer um planejamento tributário para ela, não é mesmo?

Não?

Bom…

Não se preocupe então…

Por essa razão, trouxemos o post de hoje, com o intuito de te mostrar porque é importante fazer um planejamento tributário para a sua empresa.

Vamos lá?

O que é planejamento tributário?

De maneira geral, o planejamento tributário é o sistema legal que tem o objetivo de diminuir o pagamento de taxas da quais a sua empresa irá pagar.

Dessa forma, ocorre um planejamento por parte da empresa para que os custos das despesas possam ser diminuídos e com isso os tributos também possam diminuir o seu valor “padrão”.

 

Qual o problema das taxas tributárias?

Um dos problemas e talvez o maior quando o assunto é as taxas tributarias é que quando ela fica muito alta e um planejamento não é feito, as empresas são obrigas a aumentar o valor do seu produto.

Isso é claro, é visto como uma forma de suprir os gastos que tem com as taxas, o resultado é a competição entre empresas grandes e pequenas que podem acabar fechando as portas, pois ela não irá conseguir manter o pique por muito tempo.

 

Qual a importância do planejamento tributário nas empresas?

O planejamento tributário é o que garante que as empresas tenha uma melhor estrutura e distribuição do capital.

Isso acontece porque a boa gestão dos tributos garante que a empresa não terá gastos desnecessários e quanto menor a renda de uma empresa, menor devem ser os gastos para o crescimento.

Por isso, o primeiro passo é entender quais tributos serão cobrados na sua empresa de acordo com a estrutura, número de funcionários e linha de produção.

A legislação atua com impostos diferenciados se a sua empresa for uma startups.

Eles o fazem pois consideram uma forma de incentivar o crescimento das pequenas empresas, o que pode movimentar a economia nacional.

O planejamento tributário deixa de ser obrigações fiscais como planilhas de gastos e passa a envolver tudo sobre a empresa, conhecendo, analisando cada orçamento e novas propostas e verificando como todas as partes se encaixam para o bom funcionamento do negócio.

Além disso o planejamento tributário pode distribuir os lucros da empresa como forma de diminuir as taxas que incidem sobre os negócios.

A outra possibilidade é de a empresa consegue se adaptar a um modelo que funcione de acordo com a sua estrutura, isso quer dizer que as taxas cobradas serão condizentes com o momento financeiro no qual a empresa está inserida e não com possibilidades futuras.

Ou seja, as taxas estão focando o momento.

O planejamento tributário também oferece adiamento para o pagamento de taxas sem que gere multas em cima do valor.

As empresas usam muito esse tipo de benefício quando a empresa está numa situação ruim de capital.

 

Conclusão

O planejamento tributário é o que pode oferecer oportunidades para as empresas se desenvolverem no mercado.

Além disso oferece maior estabilidade financeira para que os pequenos negócios consigam negociar contas e taxas tributárias sem se prejudicar.

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Simples Nacional 2018: Como calcular as novas alíquotas

2018 chegou e com ele as regras da alíquotas também surgiram, fazendo novas modificações.

Por isso, nesse post iremos falar um pouco mais sobre ela e quais as dicas que podem lhe ajudar a desenvolver a sua empresa.

Vamos lá?

Mudando as regras

Diferentemente do que acontecia, as novas alíquotas não serão mais definida através de um número fixo, mas sim de acordo com o que as empresas estão faturando.

Ou seja, o valor da alíquota será referente ao valor dos últimos 12 meses da empresa.

Além disso, a nova regra implica que, pode haver diferenças entre folha de pagamento e faturamento bruto da empresa.

Com isso, empresas com maiores números de funcionários terão alíquotas menores.

Em números, empresas onde a quantidade de funcionários for igual ou maior que 28% em relação ao faturamento, a alíquota cobrada pelo governo será menor.

 

Calculando a nova alíquota

Para calcular a nova alíquota existe uma conta fácil que relaciona os seguintes fatores:

– Faturamento bruto dos últimos 12 meses que é o tempo de apuração com a sigla “RBT12”;

– Parcela deduzida que consta nos anexos I, II, III, IV e V da Lei Complementar 155, caracterizado pela sigla “PD”.

– Alíquota que consta nesses mesmos anexos da Lei Complementar 155, identificada pela sigla “Aliq”.

A fórmula para calcular a nova alíquota pode ser dividida em duas fases.

Para obter o resultado da primeira fase é preciso multiplicar o RBT12 pela Alig e subtrair o resultado ao PD, ou seja:

RBT12 x Alig – PD

Na segunda fase, é obtido o resultado final do cálculo da alíquota, para isso é preciso dividir o resultado da primeira fase com o RBT12.

Isso significa que a fórmula seria: RBT12 x Alig – PD/ RBT12.

Para usar a Lei Complementar e os números referentes aos anexos de I a V, é preciso saber a qual anexo a sua empresa se refere.

 

– Anexo I

Referente ao comércio

 

– Anexo II

Referente a Indústria

 

– Anexo III

Referente a Receitas de locação de bens móveis ou prestação de serviços que não se relacionam com o § 5o-C do art. 18 da Lei Complementar 155.

 

– Anexo IV

Referente a Receitas decorridas pela prestação de serviço que se relacionam com § 5o-C do art. 18 da Lei Complementar 155.

Sendo que o percentual máximo do ISS (Imposto Sobre Serviços) deve ser de 5% e, se na quinta sessão a alíquota superar o percentual de 12,5  o valor para ser calculado será definido através da seguinte equação:

(Alíquota efetiva – 5%) x Percentual de Repartição dos Tributos.

 

– Anexo V

O anexo V segue a regra do anexo IV, porém não vai há um valor máximo para o ISS.

 

Conclusão

Com o aumento da alíquota sobre impostos de operações o Simples Nacional pode passar a não ser a melhor opção para algumas empresas.

Por isso, é preciso avaliar os resultados e realizar uma verificação integral sobre a sua empresa antes de tomar qualquer decisão.

A Zaptcont pode te auxiliar e dar toda acessoria  no Simples Nacional da  sua Microempresas ou Empresas de Pequeno Porte. Cuidamos de todos suas obrigações fiscais e tributárias, de forma rápida e segura, tudo pela internet.

 

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